AGRONEGÓCIO MINEIRO
Balanço 2025
O agronegócio de Minas Gerais registrou forte desempenho em 2025, com crescimento de 15,2% no Valor Bruto da Produção (VBP) e recorde histórico nas exportações, que ultrapassaram US$ 18,1 bilhões. O café liderou as vendas externas e respondeu por mais da metade da receita do agro mineiro, seguido por cadeias como soja, açúcar e carnes. Os resultados reforçam o protagonismo do estado no cenário nacional, embora desafios como crédito rural mais restrito, clima e a crise na pecuária leiteira ainda demandem atenção.
Informativo de Mercado do Leite - Novembro - 1ª quinzena
Informativo de Mercado do Leite - 2ª quinzena de agosto
Informativo de Mercado do Leite - 1ª quinzena de agosto
Informativo de Mercado do leite - 2ª quinzena de junho
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Informativo de Mercado do leite - Maio - 1ª quinzena
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Informativo de Mercado do leite - Março 2025 | 2ª Quinzena
Informativo de Mercado do leite - Março 2025 | 1ª Quinzena
Informativo de Mercado do leite - Fevereiro 2025 I 2ª Quinzena
Informativo de Mercado do leite - Fevereiro 2025 I 1ª Quinzena
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Informativo de Mercado do leite - Outubro de 2024 | 2ª Quinzena
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Informativo de Mercado do Leite - Julho de 2024 - 2ª Quinzena
Informativo de Mercado do Leite - Junho de 2024 - 1ª Quinzena
Informativo de Mercado do Leite - Junho de 2024 - 2ª Quinzena
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Informativo de Mercado do Leite - Abril de 2024 - 1ª Quinzena
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Informativo de Mercado do Café - Maio 2023
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ABRIL 2024
MARÇO 2024
FEVEREIRO 2024
JANEIRO 2024
DEZEMBRO DE 2023
NOVEMBRO DE 2023
OUTUBRO DE 2023
SETEMBRO DE 2023
AGOSTO DE 2023
Projeto AGRO+
- Análise Econômica – 6º relatório parcial_ATEG Café+Forte
- Análise Econômica – 6º relatório parcial_ATEG Balde Cheio
Análise Econômica – 5º relatório parcial ATeG Café+Forte
Análise Econômica – 5º relatório parcial ATeG Balde Cheio
Análise Econômica ATeG Balde Cheio
Análise Econômica Café + Forte
Análise Econômica ATeG Balde Cheio
Análise Econômica Café + Forte
Análise Econômica ATEG Café + Forte - 3º Trimestre
Análise Econômica ATEG Balde Cheio - 3º Trimestre
O Valor Bruto da Produção (VBP) agropecuária representa uma estimativa da geração de renda do meio rural, revertendo em uma variável relevante para acompanhamento do desempenho do setor como um todo.
O índice é uma estatística da variação de um conjunto composto por bens fisicamente diferentes, geralmente expressa em porcentagem, que indica a variação média de determinadas quantidades, em determinado espaço de tempo. Essas quantidades podem ser inflação, correção cambial, reajuste salarial, produção industrial, nível de emprego, preços etc.
A necessidade de construção de índices aparece quando precisamos saber a variação conjunta de bens que são fisicamente diferentes e/ou que variam a taxas diferentes.
Existem índices de preços e índices de quantidade. Os índices de preços são mais difundidos, dada sua utilidade para deflacionar (tirar o efeito da inflação) séries econômicas, e para o acompanhamento da taxa de inflação. Os índices de quantidade (ou de quantum) são úteis para determinar a variação física de séries compostas por produtos diferentes (por exemplo, o produto real).
O IPT-MG (Índice de Preços de Terra em Minas Gerais) calcula a variação do preço de terras ao longo de um determinado período, considerando a utilização da terra para atividades agrícolas, pecuárias, reflorestamento ou preservação.
Se fosse preciso escolher apenas uma palavra para definir Minas Gerais, uma boa opção seria diversidade. Em seus 586.852,35 quilômetros quadrados – território um pouco maior do que a França e o quarto maior Estado do Brasil –, chama a atenção a cobertura vegetal variada, que pode ser resumida em quatro biomas principais: Mata Atlântica, Cerrado, Campos de Altitude ou Rupestres e Mata Seca.
Esta multiplicidade estende-se ao relevo e ao clima – tropical e suas subdivisões regionais e o semiárido no extremo norte mineiro –, o que se reflete na produção agropecuária. Com isso, o Estado é líder em produtos importantes para a economia nacional, como café e leite, além de se sobressair em áreas como bovinocultura de corte, fruticultura e silvicultura, entre outras.
Dos 19.597.330 habitantes, 85,3% estão em áreas urbanas e 14,7%, no meio rural. De acordo com dados do Censo Agropecuário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2006, há, em Minas, 551.617 propriedades rurais, que se espalham pelos 853 municípios do Estado. Deste total, predominam os minifúndios. A área média é de 60,8 hectares.
ESTRUTURA FUNDIÁRIA
| Natureza da propriedade | Nº de propriedades | Equivalente (%) |
| Sem-terra | 12.301 | 2,23 |
| Minifúndio | 340.679 | 61,76 |
| Pequena propriedade | 141.379 | 25,63 |
| Média propriedade | 47.053 | 8,53 |
| Grande propriedade | 10.205 | 1,85 |
| Total | 551.617 | 100,00 |
Fonte: Censo Agropecuário IBGE (2006) – Elaboração: Sistema Faemg
OCUPAÇÃO DO TERRITÓRIO MINEIRO
| Atividade e cobertura vegetal | Área (mil ha) | Part. % |
| Grãos (1) | 3.136 | 5,3 |
| Olerícolas (2) e Frutas (3) | 195 | 0,4 |
| Pastagens | 18.217 | 30,9 |
| Forragens | 759 | 1,3 |
| Sistemas agroflorestais | 845 | 1,4 |
| Café | 999 | 1,7 |
| Cana-de-açúcar | 907 | 1,5 |
| Florestas plantadas | 1.536 | 2,6 |
| Vegetação nativa | 19.585 | 33,3 |
| Outros usos | 12.700 | 21,6 |
| Área total do Estado | 58.879 | 100,0 |
(1) Algodão, amendoim, arroz, feijão, girassol, mamona, milho, soja, sorgo e trigo
(2) Alho, batata, cebola, tomate (de mesa e industrial) e mandioca
(3) Abacaxi, banana, coco-da-baía, laranja e uva
Fonte: IEF/Ufla/IBGE/Conab/Abraf (2011)/Censo Agropecuário (2006)
A balança comercial do agronegócio mineiro apresenta o desempenho do setor exportador estadual ao longo de determinado período de tempo. Através dela é possível avaliar a inserção internacional do setor, bem como o grau de competitividade das cadeias envolvidas.